IGREJA COM COMPROMISSO OS PROPÓSITOS DA IGREJA Proposítos—Comunhão—Discipulado—Serviço—Evangelismos--Adoração ______________________________________________________________ Função––Encorajar – Edificar— – Equipar— – Evangelizar— – Exaltar _________________________________________________________________ Atos 2.42-47 ”Todos os que criam__//E perseveraram__/Vendiam suas E todos os dias Perseverando Unãnimes _________estavam juntos e____/ na doutrina dos _propriedades Acrescentava o Todos os dias no ______ _tinham tudo em comum/ apostulos_______ e bens, e Senhor à Templo, e Partindo repartiam /igreja aqueles o Pão de casa em com todos, que iam sendo em casa, Comiam segundo a / salvos juntos com alegria necessidade______________ e_singeleza de ________________________________________________________________coração.________________________________________________________________________________________ (Objetivo) (Membresia) (Maturidade) (Ministério) (Missões) (Magnificação) Alvo Congregação Compromisso Núcleo Comunidade Multidão Componente de Vida Meus relacionamentos Minha Caminhada meu serviço meu testemunho Minha Adoração. Necessidades Basicas _ Pessoa p/viver_Principios p/Viver Trabalho p/viver Proposito P/viver Poder P/viver A Igreja proporciona Familia p/viver/Alicerce p/vida/Função P/viver/Enfoque na vida/Força p/viver Beneficio Emocional Apoio/ Estabilidade/ Auto-esplessão/ Significado/ Estimulo
Conceitos Especiais na
Eclesiologia:
No estudo de eclesiologia deve ser visto em especial certos conceitos
específicos.
Talvez o conceito mais importante a ser estudado é o conceito do
“Reino de Deus”.
Este conceito é também essencial ao estudo da escatologia, mas será
primeiramente tratado aqui, devido a sua aplicação em termos da
vida da igreja como o povo de Deus.
Em decorrência do tratamento aqui se aplicará
depois no contexto escatológico.
“O Reinar de Deus”:
A igreja autêntica existe como a concretização do reinar de Deus e
não pode existir desvinculada deste reino. É na vida da igreja—o
povo de Deus—que o reinar de Cristo tem forma e exercício. O
conceito do Reinar de Deus é a categoria principal no estudo da
escatologia1,
porém é na igreja que este reino tem o seu começo e a sua
concretização primária.
“No Novo Testamento, o reino de Deus é principalmente o seu reinar
nas vidas daqueles que se submetem à sua autoridade”2.
Logo o termo “reino de Deus” pode ser definido como o Seu
“governo em ação”4,
ou o “reinar de Deus”3.
Segundo as declarações de Jesus, o Seu reinar já é “uma
realidade na história humana”4.
Deus já reina entre o povo, mesmo que não de forma política ou
teocrática no sentido ideal da aliança sináptica. O povo de
Israel dava muita ênfase à questão de viverem diretamente sob o
reinado de YHWH, mas pode-se ver que esta realidade nunca teve
uma concretização plena.
Quando as multidões queriam fazer de Jesus o seu rei, Ele não
aceitou tal proposta por ser um desvio completo do propósito maior
do seu ministério5.
Perante Pilatos, negou de novo que seu reino fosse como os reinos
deste mundo6.
O seu reinar era uma questão do interior, não da relação
nacional externa7.
João, o Batista, chamou o povo judeu a se tornarem filhos de Abraão
e não confiarem em sua herança nacional8,
mas Jesus leva o conceito mais adiante, rejeitando a ideia da
identificação do Messias com um rei de força política9,
enfatizando a aceitabilidade dos rejeitados pela sociedade10
e a transformação interior do indivíduo11.
De modo igual, a igreja deve espelhar o compromisso interno de cada
indivíduo para aceitar a sua participação e integração no povo
de Deus. Este compromisso é uma questão da aplicação do reino na
vida do indivíduo.
A igreja é por consequência o agrupamento ou reunião dos membros
ou cidadãos do reino.
A igreja não é o reino, mas ela é criatura ou veículo para
a extensão do reinar de Deus. O reinar de Deus na vida
humana cria a comunidade pertencente ao reino, a qual chamamos de
igreja.
A fé bíblica não é institucional12,
porém é indiscutivelmente comunitária13
enquanto individual14,
e é nesse contexto que o reinar de Deus existe no mundo.
O reino começa na vida do indivíduo, mas é levado adiante no
contexto comunitário do reinar de Deus. “A relação entre a
igreja e Cristo é de fato muito íntima; trata-se de uma espécie de
união orgânica, pela qual nos unimos a ele em nossa vida e nosso
ser”15.
Pode-se falar desta união em termos individuais, mas a Bíblia
também trata da união seriamente em termos do corpo inteiro da
ekklesia de Deus.
O Reinar não é apenas uma realidade que se aproxima no contexto do
ministério terreno de Jesus, mas é também algo que é
concretizado16.
É um tanto impreciso marcar a data da inauguração do reino, mas
pode-se entender a inauguração no evento de pentecostes—a festa
dos primeiros frutos.
É de interesse notar que Lucas nunca aplica o termo ekklesia
no seu evangelho, mas emprega o termo em Atos.
É na descrição do evento de pentecostes que Lucas aparentemente vê
inaugurado o reino, agora empregando o vocábulo ekklesia em
relação àqueles que aceitam o reinar de Deus em suas vidas através
de Cristo. Aqui, o reinar de Deus tem uma ferramenta ou vivência
concreta na igreja que surge. Esta igreja é ferramenta do reino
para levar a mensagem do reinar de Deus perante todas as nações em
conformidade com Atos 1.8.
O chamado “reinar de Deus” e o “reinar dos céus” são
precisamente a mesma coisa.
“‘Céu’, no primeiro século, era um sinônimo comum de ‘Deus’
entre os judeus piedosos, que consideravam o nome de Deus demasiado
santo para ser pronunciado”17.
Compreendiam que Levítico 24.16 impedia a pronúncia do nome de
Deus, tal para evitar cair em juízo18.
Os termos para céu no hebraico e grego, “m
y m c e oujranovs são
usados basicamente de três maneiras na Bíblia”: referindo-se à
estrutura do universo; como sinônimo de Deus e como a morada de
Deus19.
Olhando para Lucas 15.18, podese ver claramente que esta referência
é feita especificamente a Deus, não à expansão estrutural acima
das núvens, pois o filho havia pecado contra os próprios
mandamentos de Deus.
É comum haver certa confusão referente ao Reinar, especialmente em
termos de seu tempo. Nos evangelhos, o reinar de Deus é tratado
simultaneamente em tempo presente e futuro, mesmo que em sua maior
parte seja tachado em termos de uma expectativa futura:
[Mateus 12.28 e Lucas
11.20] aparentemente indicam que o reino não apenas está perto, mas
que há realmente chegado.
…
O reino está perto no
sentido de que não há sido consumado; está presente no sentido de
que o poder de Deus que o caracteriza havia começado a manifestar-se
nas palavras e ações de Jesus e continua a fazer o mesmo na
igreja20.
Quando a Bíblia trata de épocas após o ministério de Jesus, visa
menos futuricidade do que quando referencia o reino em época do seu
ministério.
Ao mesmo tempo, permanece a expectativa de um complemento à
realidade do reino já experimentada nas vidas dos crentes.
Tal expectativa, porém, encontra a sua expressão na base daquilo
que Jesus já havia realizado.
“A confissão cristã não
é apenas de que Cristo virá ao final da história, mas que Cristo
já veio; não apenas que a salvação espera o crente no futuro
escatológico, mas que a salvação já é experimentada, numa forma
antecipatória, porém real, no aqui e no presente, no meio de
problemas e não apenas ao seu fim.
…
O presente é moldado não
apenas pelo passado, mas também pelo futuro de Deus”21.
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