segunda-feira, 22 de agosto de 2016

OS PROPÓSITOS DA IGREJA

IGREJA COM COMPROMISSO

OS PROPÓSITOS DA IGREJA
Proposítos—Comunhão—Discipulado—Serviço—Evangelismos--Adoração
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Função––Encorajar – Edificar— – Equipar— – Evangelizar— – Exaltar
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Atos
2.42-47 ”Todos os que criam__//E perseveraram__/Vendiam suas  E todos os dias  Perseverando Unãnimes
_________estavam juntos e____/ na doutrina dos _propriedades  Acrescentava o   Todos os dias no 
______ _tinham tudo em comum/  apostulos_______ e bens, e  Senhor à      Templo, e Partindo
                                     repartiam /igreja aqueles  o Pão de casa em
                                      com todos, que iam sendo  em casa, Comiam
                                    segundo a  / salvos       juntos com alegria
                                     necessidade______________ e_singeleza de
________________________________________________________________coração.________________________________________________________________________________________

(Objetivo)   
             (Membresia)   (Maturidade)   (Ministério)  (Missões) (Magnificação)

Alvo          
              Congregação  Compromisso       Núcleo      Comunidade     Multidão   

Componente de Vida
                 Meus relacionamentos  Minha Caminhada      meu serviço      meu testemunho      Minha Adoração.

Necessidades Basicas
      _          Pessoa p/viver_Principios p/Viver Trabalho p/viver Proposito P/viver Poder P/viver

A Igreja proporciona
              Familia p/viver/Alicerce p/vida/Função P/viver/Enfoque na vida/Força p/viver

Beneficio Emocional
               Apoio/        Estabilidade/   Auto-esplessão/   Significado/     Estimulo

Conceitos Especiais na Eclesiologia:
No estudo de eclesiologia deve ser visto em especial certos conceitos específicos.
Talvez o conceito mais importante a ser estudado é o conceito do “Reino de Deus”.
Este conceito é também essencial ao estudo da escatologia, mas será primeiramente tratado aqui, devido a sua aplicação em termos da vida da igreja como o povo de Deus.
Em decorrência do tratamento aqui se aplicará depois no contexto escatológico.
O Reinar de Deus”:
A igreja autêntica existe como a concretização do reinar de Deus e não pode existir desvinculada deste reino. É na vida da igreja—o povo de Deus—que o reinar de Cristo tem forma e exercício. O conceito do Reinar de Deus é a categoria principal no estudo da escatologia1, porém é na igreja que este reino tem o seu começo e a sua concretização primária.

“No Novo Testamento, o reino de Deus é principalmente o seu reinar nas vidas daqueles que se submetem à sua autoridade”2. Logo o termo “reino de Deus” pode ser definido como o Seu “governo em ação4, ou o “reinar de Deus”3.
Segundo as declarações de Jesus, o Seu reinar já é “uma realidade na história humana”4.
Deus já reina entre o povo, mesmo que não de forma política ou teocrática no sentido ideal da aliança sináptica. O povo de Israel dava muita ênfase à questão de viverem diretamente sob o reinado de YHWH, mas pode-se ver que esta realidade nunca teve uma concretização plena.
Quando as multidões queriam fazer de Jesus o seu rei, Ele não aceitou tal proposta por ser um desvio completo do propósito maior do seu ministério5.
Perante Pilatos, negou de novo que seu reino fosse como os reinos deste mundo6. O seu reinar era uma questão do interior, não da relação nacional externa7.
João, o Batista, chamou o povo judeu a se tornarem filhos de Abraão e não confiarem em sua herança nacional8, mas Jesus leva o conceito mais adiante, rejeitando a ideia da identificação do Messias com um rei de força política9, enfatizando a aceitabilidade dos rejeitados pela sociedade10 e a transformação interior do indivíduo11.
De modo igual, a igreja deve espelhar o compromisso interno de cada indivíduo para aceitar a sua participação e integração no povo de Deus. Este compromisso é uma questão da aplicação do reino na vida do indivíduo.
A igreja é por consequência o agrupamento ou reunião dos membros ou cidadãos do reino.
A igreja não é o reino, mas ela é criatura ou veículo para a extensão do reinar de Deus. O reinar de Deus na vida humana cria a comunidade pertencente ao reino, a qual chamamos de igreja.
A fé bíblica não é institucional12, porém é indiscutivelmente comunitária13 enquanto individual14, e é nesse contexto que o reinar de Deus existe no mundo.

O reino começa na vida do indivíduo, mas é levado adiante no contexto comunitário do reinar de Deus. “A relação entre a igreja e Cristo é de fato muito íntima; trata-se de uma espécie de união orgânica, pela qual nos unimos a ele em nossa vida e nosso ser”15.

Pode-se falar desta união em termos individuais, mas a Bíblia também trata da união seriamente em termos do corpo inteiro da ekklesia de Deus.

O Reinar não é apenas uma realidade que se aproxima no contexto do ministério terreno de Jesus, mas é também algo que é concretizado16.

É um tanto impreciso marcar a data da inauguração do reino, mas pode-se entender a inauguração no evento de pentecostes—a festa dos primeiros frutos.
É de interesse notar que Lucas nunca aplica o termo ekklesia no seu evangelho, mas emprega o termo em Atos.
É na descrição do evento de pentecostes que Lucas aparentemente vê inaugurado o reino, agora empregando o vocábulo ekklesia em relação àqueles que aceitam o reinar de Deus em suas vidas através de Cristo. Aqui, o reinar de Deus tem uma ferramenta ou vivência concreta na igreja que surge. Esta igreja é ferramenta do reino para levar a mensagem do reinar de Deus perante todas as nações em conformidade com Atos 1.8.

O chamado “reinar de Deus” e o “reinar dos céus” são precisamente a mesma coisa.

“‘Céu’, no primeiro século, era um sinônimo comum de ‘Deus’ entre os judeus piedosos, que consideravam o nome de Deus demasiado santo para ser pronunciado”17.

Compreendiam que Levítico 24.16 impedia a pronúncia do nome de Deus, tal para evitar cair em juízo18.

Os termos para céu no hebraico e grego, “m y m c e oujranovs são usados basicamente de três maneiras na Bíblia”: referindo-se à estrutura do universo; como sinônimo de Deus e como a morada de Deus19.

Olhando para Lucas 15.18, podese ver claramente que esta referência é feita especificamente a Deus, não à expansão estrutural acima das núvens, pois o filho havia pecado contra os próprios mandamentos de Deus.

É comum haver certa confusão referente ao Reinar, especialmente em termos de seu tempo. Nos evangelhos, o reinar de Deus é tratado simultaneamente em tempo presente e futuro, mesmo que em sua maior parte seja tachado em termos de uma expectativa futura:

[Mateus 12.28 e Lucas 11.20] aparentemente indicam que o reino não apenas está perto, mas que há realmente chegado.
O reino está perto no sentido de que não há sido consumado; está presente no sentido de que o poder de Deus que o caracteriza havia começado a manifestar-se nas palavras e ações de Jesus e continua a fazer o mesmo na igreja20.
Quando a Bíblia trata de épocas após o ministério de Jesus, visa menos futuricidade do que quando referencia o reino em época do seu ministério.

Ao mesmo tempo, permanece a expectativa de um complemento à realidade do reino já experimentada nas vidas dos crentes.

Tal expectativa, porém, encontra a sua expressão na base daquilo que Jesus já havia realizado.
A confissão cristã não é apenas de que Cristo virá ao final da história, mas que Cristo já veio; não apenas que a salvação espera o crente no futuro escatológico, mas que a salvação já é experimentada, numa forma antecipatória, porém real, no aqui e no presente, no meio de problemas e não apenas ao seu fim.
O presente é moldado não apenas pelo passado, mas também pelo futuro de Deus”21.

Jesus pregava muito referente ao reinar de Deus.
Em conseqüência, esse reinar é uma temática especial dos evangelhos sinópticos, porém principalmente do livro de Mateus, onde encontra-se a terceira parte das referências neotestamentárias ao Reinar de Deus/dos céus22.
Os discípulos continuaram a temática do reinar divino, como vemos na preservação sinóptica do ensino. Para Jesus, a temática era urgente.
Ele queria preparar os discípulos para esta vida.
“O reino estava vindo, e o único aspecto especialmente ressaltado foi o arrependimento….
Em comparação com o reino [de Deus], nada realmente tem valor”


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